Introdução
Se há um monumento que fez da sua imperfeição um ícone mundial, é a Torre de Pisa. A vês ao longe, inclinada contra o céu, e não podes deixar de sorrir. Caminhar na Piazza dei Miracoli e deparar-se com ela é um golpe no coração: branca, elegante, e ainda assim tão torta que parece uma brincadeira da natureza. O campanário da Catedral, com seus 56 metros de altura e uma inclinação de quase 4 graus, é o tema perfeito para a foto de recordação — aquela em que finges segurá-la. Mas além da fama nas redes sociais, a torre oferece uma experiência autêntica: subir seus 251 degraus é como mergulhar na Idade Média, entre mármores desgastados e uma vista que se estende por toda Pisa.
Introdução
Se há um monumento que fez da sua imperfeição um ícone mundial, é a Torre de Pisa. A vês ao longe, inclinada contra o céu, e não podes deixar de sorrir. Caminhar na Piazza dei Miracoli e deparar-se com ela é um golpe no coração: branca, elegante, e ainda assim tão torta que parece uma brincadeira da natureza. O campanário da Catedral, com seus 56 metros de altura e uma inclinação de quase 4 graus, é o tema perfeito para a foto de recordação — aquela em que finges segurá-la. Mas além da fama nas redes sociais, a torre oferece uma experiência autêntica: subir seus 251 degraus é como mergulhar na Idade Média, entre mármores desgastados e uma vista que se estende por toda Pisa.
Notas históricas
A Torre começou a ser construída em 9 de agosto de 1173, sob a direção do arquiteto Bonanno Pisano (mas nem todos os historiadores concordam). Já no terceiro andar, em 1178, o solo argiloso cedeu e a torre começou a inclinar-se. As obras pararam por um século, talvez salvando-a do colapso. Foram retomadas em 1275 por Giovanni di Simone e Giovanni Pisano, que tentaram compensar a inclinação construindo os andares superiores com uma ligeira contrainclinação. A cela do campanário foi concluída em meados do século XIV, e os sete sinos foram instalados em 1372. Em 1987, a UNESCO declarou toda a Piazza dei Miracoli Patrimônio Mundial. Entre 1990 e 2001, um comitê internacional estabilizou a torre, escavando subterrâneo e aliviando a estrutura, reduzindo a inclinação de 5,5° para 3,97°.
Notas históricas
A Torre começou a ser construída em 9 de agosto de 1173, sob a direção do arquiteto Bonanno Pisano (mas nem todos os historiadores concordam). Já no terceiro andar, em 1178, o solo argiloso cedeu e a torre começou a inclinar-se. As obras pararam por um século, talvez salvando-a do colapso. Foram retomadas em 1275 por Giovanni di Simone e Giovanni Pisano, que tentaram compensar a inclinação construindo os andares superiores com uma ligeira contrainclinação. A cela do campanário foi concluída em meados do século XIV, e os sete sinos foram instalados em 1372. Em 1987, a UNESCO declarou toda a Piazza dei Miracoli Patrimônio Mundial. Entre 1990 e 2001, um comitê internacional estabilizou a torre, escavando subterrâneo e aliviando a estrutura, reduzindo a inclinação de 5,5° para 3,97°.
Subir a Torre: uma experiência única
Subir a Torre de Pisa não é como visitar um campanário normal. Os 251 degraus de mármore (284 até a cela, mas para o público são 251) são estreitos e desgastados: sente-se a inclinação enquanto sobe, uma leve tontura que faz perceber que está em um lugar especial. A escada em espiral é escavada na espessura da parede, e de vez em quando aparecem pequenas janelas para espiar a praça. Chegando ao topo, a cela do sino abriga os sete sinos, cada um com seu nome: o mais antigo, a Pasquareccia, data de 1262. A vista é de tirar o fôlego: a Catedral, o Batistério, o Camposanto, e além o centro de Pisa. A visita dura no máximo 30 minutos, mas esses minutos ficam gravados na memória.
Subir a Torre: uma experiência única
Subir a Torre de Pisa não é como visitar um campanário normal. Os 251 degraus de mármore (284 até a cela, mas para o público são 251) são estreitos e desgastados: sente-se a inclinação enquanto sobe, uma leve tontura que faz perceber que está em um lugar especial. A escada em espiral é escavada na espessura da parede, e de vez em quando aparecem pequenas janelas para espiar a praça. Chegando ao topo, a cela do sino abriga os sete sinos, cada um com seu nome: o mais antigo, a Pasquareccia, data de 1262. A vista é de tirar o fôlego: a Catedral, o Batistério, o Camposanto, e além o centro de Pisa. A visita dura no máximo 30 minutos, mas esses minutos ficam gravados na memória.
Os segredos da inclinação
Por que a Torre inclina? A resposta está no solo: argila e areia moles, com fundações de menos de 4 metros de profundidade. Começou a inclinar-se já durante a construção, mas os arquitetos medievais não desanimaram: tentaram endireitá-la construindo os andares seguintes ligeiramente curvos. Ao longo dos séculos, a inclinação aumentou, atingindo 5,5° em 1993. Estudos recentes descobriram que a própria inclinação tornou a torre excecionalmente resistente a terremotos, devido a um fenômeno de interação dinâmica com o solo. Os restauros de 1990-2001 removeram terra debaixo da base e adicionaram contrapesos de chumbo, estabilizando-a por pelo menos 300 anos. Hoje a inclinação é de cerca de 3,97°, e pode ser apreciada até do piso do Duomo próximo.
Os segredos da inclinação
Por que a Torre inclina? A resposta está no solo: argila e areia moles, com fundações de menos de 4 metros de profundidade. Começou a inclinar-se já durante a construção, mas os arquitetos medievais não desanimaram: tentaram endireitá-la construindo os andares seguintes ligeiramente curvos. Ao longo dos séculos, a inclinação aumentou, atingindo 5,5° em 1993. Estudos recentes descobriram que a própria inclinação tornou a torre excecionalmente resistente a terremotos, devido a um fenômeno de interação dinâmica com o solo. Os restauros de 1990-2001 removeram terra debaixo da base e adicionaram contrapesos de chumbo, estabilizando-a por pelo menos 300 anos. Hoje a inclinação é de cerca de 3,97°, e pode ser apreciada até do piso do Duomo próximo.
Por que visitá-lo
A Torre de Pisa não é apenas uma foto para o Instagram. Primeiro: faz parte de um complexo UNESCO extraordinário – a Piazza dei Miracoli com a Catedral, o Batistério e o Camposanto merece por si só uma viagem. Segundo: subir na torre oferece uma perspectiva única sobre a cidade medieval e a campanha toscana, uma vista que nenhum outro monumento proporciona. Terceiro: a história de engenharia de como foi estabilizada é fascinante, quase tanto quanto sua inclinação. E, vamos admitir, é uma oportunidade para tirar a foto de todos os tempos: fingir que a está segurando é um ritual que une gerações. Não perca a chance de combinar o bilhete cumulativo (a partir de 37 €) para visitar todos os monumentos da praça.
Por que visitá-lo
A Torre de Pisa não é apenas uma foto para o Instagram. Primeiro: faz parte de um complexo UNESCO extraordinário – a Piazza dei Miracoli com a Catedral, o Batistério e o Camposanto merece por si só uma viagem. Segundo: subir na torre oferece uma perspectiva única sobre a cidade medieval e a campanha toscana, uma vista que nenhum outro monumento proporciona. Terceiro: a história de engenharia de como foi estabilizada é fascinante, quase tanto quanto sua inclinação. E, vamos admitir, é uma oportunidade para tirar a foto de todos os tempos: fingir que a está segurando é um ritual que une gerações. Não perca a chance de combinar o bilhete cumulativo (a partir de 37 €) para visitar todos os monumentos da praça.
Quando ir
O melhor momento para visitar a Torre é ao amanhecer ou ao pôr do sol. A luz rasante ilumina o mármore branco e verde, criando um efeito quase irreal, e a multidão é menor. Se puder, escolha um dia útil na baixa temporada (outubro ou março). No verão, as filas podem ser longas, mas com a reserva online você reduz a espera. Evite as horas centrais do dia, não só pelo calor, mas também pelos turistas que invadem a praça. Se pegar um dia nublado, não se preocupe: a torre tem um encanto misterioso mesmo sob a chuva, e os reflexos nas pedras molhadas são sugestivos.
Quando ir
O melhor momento para visitar a Torre é ao amanhecer ou ao pôr do sol. A luz rasante ilumina o mármore branco e verde, criando um efeito quase irreal, e a multidão é menor. Se puder, escolha um dia útil na baixa temporada (outubro ou março). No verão, as filas podem ser longas, mas com a reserva online você reduz a espera. Evite as horas centrais do dia, não só pelo calor, mas também pelos turistas que invadem a praça. Se pegar um dia nublado, não se preocupe: a torre tem um encanto misterioso mesmo sob a chuva, e os reflexos nas pedras molhadas são sugestivos.
Nos arredores
A Praça dos Milagres é um concentrado de maravilhas: a Catedral, obra-prima românica pisana, o Batistério maior do mundo (com uma acústica incrível), e o Camposanto Monumental, cemitério histórico com afrescos do século XIV. A poucos passos, o centro de Pisa oferece o Lungarno com seus palácios voltados para o Arno, e a Praça dos Cavaleiros, coração da vida estudantil. Se tiver tempo, visite o Museu da Obra do Duomo para admirar os tesouros da catedral. E para uma pausa deliciosa, procure uma gelateria artesanal nas ruazinhas atrás da praça.
Nos arredores
A Praça dos Milagres é um concentrado de maravilhas: a Catedral, obra-prima românica pisana, o Batistério maior do mundo (com uma acústica incrível), e o Camposanto Monumental, cemitério histórico com afrescos do século XIV. A poucos passos, o centro de Pisa oferece o Lungarno com seus palácios voltados para o Arno, e a Praça dos Cavaleiros, coração da vida estudantil. Se tiver tempo, visite o Museu da Obra do Duomo para admirar os tesouros da catedral. E para uma pausa deliciosa, procure uma gelateria artesanal nas ruazinhas atrás da praça.