O que ver em Bérgamo e arredores: aldeias, castelos e natureza

🧭 O que esperar

  • Ideal para: apaixonados por história, famílias e amantes da natureza.
  • Pontos fortes: aldeias autênticas, castelos medievais, cascatas, museus.
  • Recomendado: na primavera e outono para clima ameno.
  • Não perca: a Cidade Alta de Bérgamo e as Cascatas do Serio.
  • Atividades: trekking, visitas culturais, enogastronomia.

Eventos nas proximidades


Se pensas que Bérgamo é apenas a cidade alta, estás enganado. A província de Bérgamo é um concentrado de aldeias medievais, castelos e natureza. Neste artigo, levo-te a descobrir os lugares imperdíveis: desde a Accademia Carrara com as suas obras-primas, até à Basílica de Santa Maria Maior e à Capela Colleoni no centro histórico. Fora de portas, o Castelo de Malpaga transporta-te para o Renascimento, enquanto Cornello dei Tasso é uma aldeia suspensa no tempo. Para os amantes da natureza, as Cascatas do Serio em Valbondione são um espetáculo, e o Parque Faunístico Le Cornelle é perfeito para famílias. Não faltam castelos como o dos Contes Calepio, a Rocca Viscontea e o Castelo de San Vigilio. Para os caminhantes, o Monte Gioco oferece vistas deslumbrantes. Um itinerário que vai de norte a sul, com paragens que contam séculos de história e belezas naturais.

Visão geral



Itinerários nas proximidades


Accademia Carrara: um viagem entre obras-primas e mecenato

Accademia CarraraSe você passar por Bergamo, a Accademia Carrara é uma parada imperdível. Fundada em 1796 pelo conde Giacomo Carrara, esta pinacoteca é conhecida como o museu do colecionismo italiano: cada obra é fruto de doações de mecenas que quiseram compartilhar sua paixão. O percurso expositivo, renovado em 2023, desenvolve-se em dezesseis salas e guia você do Gótico ao Oitocentos, com mais de trezentas obras expostas. Entre os destaques, o San Sebastião de Rafael, o Retrato de Leonello d’Este de Pisanello e as Madonas de Mantegna e Bellini. A seção renascentista é um mergulho na pintura veneziana e lombarda, com obras de Lorenzo Lotto e Giovan Battista Moroni, enquanto a parte oitocentista surpreenderá com o Canaletto e Francesco Hayez. Mas a Carrara não é só quadros: também possui uma coleção de desenhos, gravuras e uma biblioteca histórica. A partir de 2024, a visita enriquece com os Jardins PwC, um espaço verde gratuito de 3000 m² com bistrô, perfeito para uma pausa após o tour. O museu está aberto de terça a domingo (horários variáveis, última entrada 45 minutos antes do fechamento). O ingresso inteiro custa 10€, mas para jovens menores de 18 anos é grátis. Enfim, um lugar que une arte, história e um canto de natureza inesperado.

Accademia Carrara

Basílica de Santa Maria Maior: entre o românico e o barroco

Basílica de Santa Maria MaiorEntrar na Basílica de Santa Maria Maior é como mergulhar em séculos de história. Edificada a partir de 1137 por um voto à Virgem contra a peste, esta igreja é uma joia que mistura estilos diferentes. Por fora, o aspecto é românico-lombardo, mas sem fachada: as entradas são quatro, todas laterais. A mais famosa é a Porta dos Leões Vermelhos (a norte) com seus leões de mármore de Verona, obra de Giovanni da Campione de 1353. Do outro lado, a Porta dos Leões Brancos em mármore de Candoglia. Sim, é assim mesmo: nenhuma entrada principal, mas um passeio ao redor da igreja leva você a descobrir detalhes como as antigas medidas medievais gravadas no muro (um cavezzo de 2,63 m e um braço de 53,1 cm).

Assim que você cruza a soleira, o interior tira o fôlego. Da sobriedade românica passa-se a um triunfo barroco: estuques dourados, afrescos, tapeçarias flamengas e toscanas que contam a vida de Maria. O ponto forte? O coro de madeira embutido desenhado por Lorenzo Lotto e realizado por Giovan Francesco Capoferri entre 1522 e 1555: uma maravilha de marchetaria que retrata cenas bíblicas com uma precisão incrível. E depois os túmulos: aqui repousam Gaetano Donizetti (monumento de Vincenzo Vela) e seu mestre Simone Mayr, uma peregrinação para os amantes da ópera. Não falta o confessionário barroco de Andrea Fantoni (1704) e o órgão de tubos de 1915. Para os mais curiosos, há também o Museu do Tesouro nas galerias femininas, visitável nos fins de semana à tarde.

Informações práticas: a entrada custa 5 € (gratuito para residentes e durante as missas). Horários: no inverno seg-sex 9-12:30 e 14:30-17, sábado até as 18, domingo 9-12:45 e 15-18; no verão todos os dias 9-12:30 e 14:30-18. As missas são às 10 em dias de semana e às 11 e 12:15 nos feriados (com a Capela Musical). Ah, o batistério octogonal? Está do lado de fora, na praça Duomo, transferido em 1898. Uma curiosidade: uma maquete tátil em bronze (1:100) está disponível para visitantes com deficiência visual.

Basílica de Santa Maria Maior

Capela Colleoni: uma joia renascentista no coração de Bérgamo

Capela ColleoniA Capela Colleoni, com vista para a Piazza Duomo, é um daqueles lugares que tiram o fôlego. Você entra e imediatamente entende por que é considerada a obra-prima do Renascimento bergamasco. Encomendada por Bartolomeo Colleoni em 1472 a Antonio Amadeo, foi construída demolindo a antiga sacristia de Santa Maria Maggiore – um ato de poder que na época gerou polêmica.

A fachada é um esplendor de mármores brancos e vermelhos, com desenhos geométricos que parecem bordados. No interior, a atmosfera muda: afrescos de Giambattista Tiepolo (1733) decoram pendentes e lunetas, enquanto a estátua equestre em madeira dourada de Colleoni domina a cena. É atribuída a Sisto de Nuremberg e impressiona pela expressão orgulhosa. Logo abaixo, o sarcófago de mármore com relevos de Amadeo guarda os restos do condottiero – mas só a partir de 1969 se sabe que o túmulo verdadeiro está numa cripta secreta.

Uma lenda popular diz que tocar o brasão na grade à meia-noite traz sorte: eu não testei, mas vejo muitos que o esfregam. Se passar por aqui, não perca o túmulo da filha Medeia, acrescentado em 1842, e os bancos de madeira esculpida. A capela está aberta de terça a domingo: de março a outubro das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h30; no inverno fecha às 16h30. A entrada é gratuita, mas deixar uma oferta é um belo gesto.

Capela Colleoni

Castelo de Malpaga: a morada do condottiero Colleoni

Castelo de MalpagaSe você pensa em castelos bergamascos, o Castelo de Malpaga é um daqueles que ficam na memória. Não só pela silhueta imponente que emerge da planície, cercada por um fosso ainda cheio de água, mas pela história que guarda. Estamos em Cavernago, a poucos quilômetros de Bérgamo, e aqui em 1456 o condottiero Bartolomeo Colleoni decidiu fincar suas tendas. Comprou o burgo por 100 ducados de ouro e o transformou em uma residência senhorial digna de um capitão geral da Sereníssima. Por fora parece uma fortaleza inexpugnável – com duas muralhas e dois fossos – mas por dentro é um outro mundo. Os afrescos são o verdadeiro tesouro: no salão dos banquetes, Romanino (ou quem por ele) pintou a visita do rei Cristiano I da Dinamarca em 1474, com cortejos, torneios e banquetes. No pátio, por sua vez, a batalha da Riccardina. No piso superior, cômodos com alegorias seiscentistas e o quarto de dormir de Colleoni, sem lareira (por segurança) e com janelas gradeadas. Hoje o castelo é privado mas visitável. Percorre-se com guia ou audioguia (bilhetes de 12 a 18€). E se quiser uma experiência especial, há visitas à luz de velas ou jantares históricos com servidores a caráter. Imperdível também a Locanda dei Nobili Viaggiatori, onde comer pratos bergamascos com vista para a antiga morada.

Castelo de Malpaga

Cornello dei Tasso: um salto na idade média entre vila e correio

Cornello dei TassoSe procuras uma vila que pareça saída de um livro de história, Cornello dei Tasso é o lugar certo. Empoleirado num esporão rochoso a pique sobre o rio Brembo, no Vale Brembana, só se chega a pé. E já isso te diz o quanto é especial. Outrora era um movimentado centro comercial ao longo da via Mercatorum, depois a construção da estrada Priula em 1592 isolou-o, conservando intacta a sua estrutura medieval. Hoje faz parte de “As vilas mais bonitas da Itália”.

A vila é famosa por ser o berço da família Tasso, que fundou o moderno serviço postal. Daqui partiram os correios que ligavam a Europa, e ainda hoje o Museu dos Tasso e da História Postal expõe documentos únicos, como uma carta de 1840 com o primeiro selo do mundo, o Penny Black. A entrada no museu é gratuita.

Passeando sob o longo pórtico com arcos de pedra e teto de madeira, sentir-te-ás a viver noutra época. A vila desenvolve-se em quatro níveis: em baixo as construções sobre o precipício, depois a rua com pórtico, depois as habitações e por fim a igreja românica dos Santos Cornélio e Cipriano, com o seu campanário torto e frescos quatrocentistas. Não faltam as ruínas do Palácio Tasso, de onde a família vigiava o vale. Para visitar tudo, podes reservar uma visita guiada paga. O conselho? Vem durante a semana, porque os estacionamentos são poucos e no verão ou feriados enchem-se rapidamente.

Cornello dei Tasso

Cachoeiras do Serio: o espetáculo da água que cai do céu

Cachoeiras do SerioSe você pensa que já viu tudo na Lombardia, prepare-se para se surpreender. As Cachoeiras do Serio, em Valbondione, no alto Vale Seriana, são um verdadeiro espetáculo da natureza – embora, para ser sincero, sejam artificiais. Com seus 315 metros de queda divididos em três saltos (166, 74 e 75 metros), são as mais altas da Itália. O problema? Para vê-las em toda a sua potência, você precisa marcar o calendário: a água é liberada da represa do Barbellino apenas 5 vezes por ano, por meia hora cada. As datas para 2026? 13 de junho, 11 de julho (abertura noturna com iluminação), 16 de agosto, 13 de setembro e 11 de outubro, todas às 11:00, exceto a noturna às 22:00.

Para chegar ao mirante, nada de carro: sobe-se a pé. As trilhas são três, todas com cerca de 400 metros de desnível e uma hora e meia de caminhada. A mais simples é a CAI 305 a partir de Valbondione, adequada também para famílias com crianças (mas é melhor usar uma mochila de trekking, nada de carrinho de bebê). A mais encantadora continua sendo a CAI 332, que parte da fração Grumetti e chega aos Grandes Rochas de Maslana, onde o espetáculo é garantido. Se você se sentir mais preguiçoso, a partir de Lizzola pode ver as cachoeiras também dos terraços dos refúgios Mirtillo, Campel e Due Baite, acessíveis por telecadeira.

Um conselho prático: chegue pelo menos duas horas e meia antes da abertura, estacione (custo 3€, gerido pela Associação Jovens de Valbondione) e prepare-se com botas de trilha e jaqueta corta-vento – nada de sandálias ou saltos, por favor. O evento é gratuito, mas se quiser um acompanhamento, os Guias de montanha organizam excursões (7€ para maiores de 11 anos). E se você é cinéfilo, saiba que essas cachoeiras apareceram no filme “Me Chame pelo Seu Nome”. Enfim, uma experiência que une natureza, engenharia e um toque de magia.

Cachoeiras do Serio

Castelo de San Vigilio: uma joia medieval com vista deslumbrante

Castelo de San VigilioO Castelo de San Vigilio é um daqueles lugares que fazem você se apaixonar por Bérgamo. Empoleirado na colina de mesmo nome a 496 metros, domina a Cidade Alta e oferece um panorama que vai do Monte Bastia aos Pré-Alpes, passando pela planície. E não é só a vista que vale a viagem: aqui a história se respira em cada canto. As primeiras fortificações datam do século VI, mas é entre os séculos XIV e XVI, com os Visconti e os Venezianos, que assume sua forma estrelada com quatro torreões (Castagneta, Belvedere, Del Ponte e San Vigilio). Passeando entre as muralhas ameadas, não percam os subterrâneos: o grupo espeleológico Le Nottole organiza visitas guiadas mediante reserva para explorar o túnel secreto que ligava o castelo ao Forte San Marco. Um verdadeiro mergulho no passado. O castelo é hoje um parque público, gratuito, e chega-se confortavelmente com o funicular de San Vigilio (ou com uma bela caminhada desde a Porta Sant’Alessandro). Os horários variam: no inverno abre às 8 e fecha às 17, no verão fica aberto até as 21. Na colina há também dois restaurantes de luxo, perfeitos para um almoço especial. Conselho pessoal: cheguem ao pôr do sol, quando a luz colora de vermelho as montanhas. Única nota: o castelo não é acessível a pessoas com mobilidade reduzida. Mas para todos os outros, é parada obrigatória.

Castelo de San Vigilio

Parque Faunístico Le Cornelle: um mergulho na natureza entre animais e educação

Parque Faunístico Le CornelleSe procura um passeio fora de portas que una natureza, educação e diversão, o Parque Faunístico Le Cornelle é uma paragem imperdível. Situado em Ossanesga, fração de Valbrembo, este parque de 100.000 m² foi fundado em 1981 por Ângelo Ferruccio Benedetti e desde então é gerido com paixão pela sua família. Aqui vivem cerca de 1.000 animais de 120 espécies diferentes, entre mamíferos, aves e répteis. Em vez de gaiolas apertadas, os animais movem-se em amplos recintos que reproduzem fielmente os seus habitats naturais, uma abordagem que favorece a reprodução e o bem-estar das espécies. Entre os hóspedes mais célebres destacam-se o tigre de Bengala, o leão branco, os flamingos cor-de-rosa, o crocodilo do Nilo e a píton real. Mas não é apenas um lugar para ver: o parque oferece uma excelente oferta didática para as escolas e organiza eventos especiais como ‘Uma ZOOrnada’, dedicada à inclusão de pessoas com deficiência. Passeando pelos terraços verdes que descem até ao rio Brembo, a atmosfera é descontraída e familiar, perfeita para um dia ao ar livre. Recomendo chegar de manhã cedo para desfrutar dos espetáculos de educação ambiental e, porque não, levar um piquenique para consumir nas áreas equipadas. Um recanto de biodiversidade que faz bem ao coração e à mente.

Parque Faunístico Le Cornelle

Castelo dos Condes Calepio: história e encanto entre Bérgamo e o Vale Calepio

Castelo dos Condes CalepioSe você passar por Bérgamo, não pode perder o Castelo dos Condes Calepio, uma joia medieval empoleirada em um promontório que domina o vale do Oglio. Construído em 1430 pelo conde Trussardo Calepio – aliado de Veneza contra Milão – este solar ainda conserva seu fascínio, com torres, ameias em cauda de andorinha e um fosso profundo que realça seu aspecto defensivo. Mas não se engane: entre os séculos XVII e XVIII, o castelo se transformou em uma requintada residência senhorial, com salas afrescadas por artistas como Luigi Deleidi (o Nebbia) e Carlo Innocenzo Carloni, estuques de Muzio Camuzio e uma esplêndida Sala das Flores de cores vivas. Imperdível o terraço-jardim italiano, de onde se desfruta de uma vista que se estende até o lago de Iseo. Durante a visita guiada (duração 90 minutos, custo 10 € inteira, 3 € dos 7 aos 12 anos), você descobrirá também a história da família Calepio, o famoso dicionário “Calepino” compilado pelo filho Ambrósio, e a capela de São Maurício com os restos de São Celestino Mártir. Hoje o castelo é gerido pela Fundação Condes Calepio, que destina os lucros a obras beneficentes. A reserva é obrigatória (331 7531149) e as fotos são proibidas no interior. Em suma, um mergulho na história a dois passos de Bérgamo, entre aldeias, castelos e natureza.

Castelo dos Condes Calepio

Rocca Viscontea: um mergulho na história medieval

Rocca VisconteaA Rocca Viscontea de Romano di Lombardia é uma daquelas fortalezas que imediatamente te fazem viajar no tempo. Construída a partir do século XII, fazia parte do sistema defensivo do burgo, e sua posição estratégica – entre Milão e Veneza – a tornou praticamente inexpugnável. Hoje, entrando pela ponte de tijolos que substituiu a antiga ponte levadiça, você se encontra em um pátio onde ainda surgem afrescos originais, como o Leão de São Marcos de cores vivas. As quatro torres contam épocas diferentes: a mais antiga é a sudeste (século XIII), enquanto a noroeste, mais maciça, foi prisão desde os Visconti e até durante a Segunda Guerra Mundial. E há a torre sudeste, onde Bartolomeo Colleoni mandou abrir uma loggia afrescada e uma portinhola de fuga, a “pontesella do socorro”. A propósito de fugas: a lenda conta que Frederico Barbarossa, fugindo por uma passagem secreta subterrânea, teria escondido uma carruagem de ouro… mas ninguém a encontrou. Se você gosta de histórias de guerra, dentro há o Museu Memória da Comunidade, com relicários das duas guerras mundiais (entrada gratuita, aberto quinta, sábado e domingo das 10 às 12). A visita guiada custa 5€ e dura cerca de uma hora e meia, levando você também pelos caminhos de ronda. Pena não ser acessível para pessoas com dificuldades motoras, mas o fascínio medieval é garantido.

Rocca Viscontea

Monte Gioco: uma vista panorâmica de 360° sobre o Vale Serina

Monte GiocoSe você procura uma caminhada que dê grandes satisfações imediatas, Monte Gioco (1.366 m) é o que você precisa. Conhecido também como Monte Zucco, esta pirâmide herbácea domina o Vale Serina e oferece uma vista de 360° que se estende do grupo M.A.G.A. (Menna, Arera, Grem, Alben) até as Grigne. A excursão parte da fração de Lepreno, em Serina, onde há estacionamento gratuito na via Garibaldi. Segue-se a trilha CAI 598, que começa com uma escadaria entre as casas do vilarejo e depois se abre para amplos prados. O percurso é de dificuldade média: cerca de 500 metros de desnível, com uma subida de 1 hora e meia até a cruz do cume. O último trecho é íngreme, mas bem sinalizado. O cume é marcado por uma cruz de metal e um livro de cume: assine e aprecie a vista. Para o retorno, você pode descer pelo mesmo lado ou fazer um circuito passando pelo Monte Zucchin (1.206 m) e pelo Passo de Salvarizza, caracterizado por uma capela. A trilha 598A, recentemente sinalizada pelo Grupo Fancy Mountain, permite contornar a montanha com um percurso de cerca de 5 km e 3 horas no total. Leve água e sapatos de trekking: não há pontos de descanso ao longo do percurso. A primavera e o outono são as melhores épocas, mas também no inverno com neve a excursão é possível para experientes. Em todo caso, a vista recompensa qualquer esforço.

Monte Gioco